Como podemos crescer internamente?

Como podemos crescer internamente

“Para mim ficou claro como o crescimento interno se realiza. O crescimento interno se realiza quando se dá espaço para algo novo. Esse algo novo é, na maioria das vezes, algo que se negou antes, por exemplo, a própria sombra.

Ou algo pelo qual se lastima, por exemplo, uma culpa pessoal. Se olho para aquilo que neguei e digo: “Sim, agora tomo você em minha alma”, então cresço. Não é que agora seja inocente, mas cresço.

Os inocentes não conseguem crescer. Continuam sempre do mesmo jeito. Continuam sempre sendo crianças. Não é assim apenas na própria alma, mas também em relação à própria família.

Algumas pessoas rejeitam algo de seus pais. Elas dizem: “Isso não é tão bom.” Elas se colocam numa posição superior, em relação aos seus pais, como juízes que julgam sobre o bom e o mau, o certo ou o errado.

Contudo, se a criança diz: “Eu me sinto feliz por ter vocês”, ela cresce.

As crianças mais desventuradas são aquelas que têm pais perfeitos. Na verdade, elas não conseguem crescer.” Bert Hellinger, no livro Ordens da ajuda, pg.46.


Algumas vezes percebo que muitas pessoas constelando ficam em dúvida com aquilo que veem, meio que querendo que o campo mostre que ela tem razão na sua reclamação.

Parece que a imagem da constelação não coincide com o formato que ela via sobre a realidade.

Talvez o ângulo que via e querendo mostrar a inocência ou vitimes, e daí que falamos do ponto de vista, para não sair da posição atual.


Olhar e ver

Mas sim rever aquilo e permitir com outro espaço, aquilo entrar na minha vida. Como o autor diz: não da forma inocente, aí fico infantil, criança; mas com crescimento.

E aí sim, consigo olhar para a parte que negava, que excluía diferente.

Para isso preciso dar um passo ou espaço no crescimento interno.

Ou liberando algo que sempre lastimo, uma culpa pessoal. Pois fico no meu lugar seguro, embora desconfortável.

Crescimento interno Constelação Familiar Bert Hellinger

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Então, quando eu consigo falar “vocês são os pais que eu quero” ou “eu me sinto feliz por ter vocês” desarmo da minha própria luta interna, de uma demanda, tiro a tensão interna que ocupava com tudo  e com isso crio espaço para uma nova possibilidade.

Possibilidade esta que é também ver os meus pais como eles são, e não como quero ou idealizo.

Daí que vou para o mundo com essa necessidade e repito nas relações essas cobranças, críticas, posturas, etc.

E que com certeza vai contribuir para as minhas frustrações.


Tornar-me responsável

Como vejo isso somente no outro fico numa miopia mental de ver a realidade e a minha contribuição nisso.

Então, quando consigo colocar e concordar com tudo da maneira como é, como isso atuou em nossas vidas, em nosso sistema familiar, aí cresço.

E mudo com respeito minha realidade.

Consigo assim ter  uma postura para caminhar melhor e levar para a vida o que sinto neste trabalho.



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